Em 1974,o Físico
Norio
Taniguchi
batizou de
nanômetro,
o aparelho
medidor e
organizador
dos átomos
e moléculas.
Ele dizia:
Imagine uma
praia com mil km, e ao mesmo
tempo um só grão de areia.
Este grão está para a praia,
assim como o nanômetro está
para um metro.
De lá para cá o nanômetro foi
pesquisado por dezenas de
cientistas e aplicado nas mais
diversas áreas: medicina, eletrônica,
ciências da computação, física,
química, biologia e engenharia de
materiais.
O objetivo da nanotecnologia é
criar novas matérias, novas estruturas
daquelas já existentes na natureza.
Partindo dos tijolos básicos da natureza,
o átomo, sua meta é controlar
precisamente e individualmente
este átomo. O problema desta
manipulação é a nanopoluição,
se o átomo escapar, suas partículas
poderão contaminar os animais e as
plantas e envenenar o mundo todo,
uma vez que a vida natural ainda não
desenvolveu defesas contra esta
nova invenção do homem.
Mas mesmo com perigo de ser
esmagado pela própria criação,
o homem já colocou à venda
alguns produtos.
Microprocessadores
e eletrônicos em geral, produtos
cosméticos, tratamentos de
fungos e herpes, filtros de
proteção solar, tecidos que
não amassam, raquetes e
bolas de tênis, sistemas de
filtração de ar e água e etc.
Na medicina o estudo é em
cima dos nanorobôs. Eles
seriam inoculados em seu corpo,
oralmente ou intravenosamente,
e poderiam regenerar os seus
tecidos arruinados, tratando
doenças como a Aids e o Câncer.
Daqui algum tempo você poderá
chegar na farmácia e pedir um
vidro de nanorobôs, para ressaca,
dor de barriga, dor de cabeça, dor
muscular e sabe-se lá mais o quê.
É o futuro a caminho.
Mas, uma pergunta!
Ao mexer com os princípios
básicos da natureza, não estaria o
homem querendo recriar DEUS?
Saiba mais sobre nanotecnologia
clicando AQUI, ou ainda no hiperlink
do título da postagem para assistir em
vídeo os segredos das coisas infinitamente
pequenas.
Confira também AQUI, as postagens do novo Blog Beta,
Correio Astral.

1 comment:
No Brasil existe a nanopilantropia.
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